28/10/06
ZONA DE GUERRA - SESC AVENIDA PAULISTA
A Cia. Triptal de Teatro
da Cooperativa Paulista de Teatro ,
Associação Cultural Casa das Caldeiras
Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz e
Prêmio Funarte Petrobrás de Fomento ao Teatro
Apresentam:
ZONA DE GUERRA
SERVIÇO
Estreiou dia 20 de outubro, sexta-feira, às 22 horas, no Espaço Décimo Primeiro Andar da UNIDADE PROVISÓRIA SESC AVENIDA PAULISTA. – Avenida Paulista, 119 – Estação Brigadeiro – Fone: (11) 3179-3700. Acesso para deficientes físicos. Bilheteria – De terça a sexta das 9 às 22 horas e sábados, domingos e feriados das 10 às 19 horas (ingressos à venda em todas as unidades do SESC). Capacidade do Espaço Décimo Primeiro Andar – 40 lugares. www.sescsp.org.br
Duração: 60 minutos.
Lotação: 40 lugares.
Censura: Espetáculo recomendável para maiores de 14 anos.
Temporada – Sextas-feiras e sábados às 22 horas e domingos às 18 horas.
Até 19 de novembro.
Ingressos – R$ 15,00; R$ 10,00 (usuário matriculado); R$ 7,50 (estudante com carteirinha, aposentado, trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).
SINOPSE
Um jovem se emprega num cargueiro inglês que contrabandeia munição durante a Primeira Guerra Mundial. A partir de uma desconfiança gerada por uma caixa preta em poder do rapaz, a tripulação suspeita ser ele um espião a serviço dos alemães. Espetáculo integrante do projeto “Homens ao Mar”, inspirado na dramaturgia de Eugene O’Neill (1888-1953). Este projeto teve o apoio do Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz e Prêmio Funarte Petrobrás de Fomento ao Teatro.
RELEASE
A ação se passa numa madrugada em um alojamento do navio mercante Glencairn, que transporta armas clandestinamente durante a Primeira Guerra Mundial.
Smitty, um marinheiro inglês, esconde cautelosamente uma caixa preta enquanto todos dormem, sem perceber que estava sendo observado por Davis e Scotty. Volta a se deitar.
Davis entra no alojamento para trazer o café e acordar os marinheiros. Smitty finge estar dormindo, o que desperta a desconfiança de Davis.
Informados de que entraram na zona de guerra enquanto dormiam, o medo da morte se torna presente.
Smitty sai do alojamento e, em clima de suspense crescente, Davis convence a todos de que o perigo maior pode estar entre eles mesmos: Smitty não seria um espião?
Mobilizados pelo medo e pelas evidências apresentadas, que se aliam a um comportamento reservado de Smitty, resolvem abrir a caixa. Smitty aparece neste momento, tenta dissuadi-los, mas é amarrado. Ao abri-la, deparam-se com cartas. Acreditando tratar-se de cartas em códigos tramando uma conspiração, resolvem lê-las com atenção. Descobrem que se trata de cartas de sua mulher rompendo a relação com ele.
Diante da violação da intimidade que foi perpetrada, todos reconhecem a sua própria solidão afetiva.
Ingressos – R$ 15,00; R$ 10,00 (usuário matriculado); R$ 7,50 (estudante com carteirinha, aposentado, trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes). Um jovem se emprega num cargueiro inglês que contrabandeia munição durante a Primeira Guerra Mundial. A partir de uma desconfiança gerada por uma caixa preta em poder do rapaz, a tripulação suspeita ser ele um espião a serviço dos alemães. Espetáculo integrante do projeto “Homens ao Mar”, inspirado na dramaturgia de Eugene O’Neill (1888-1953). Este projeto teve o apoio do Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz e Prêmio Funarte Petrobrás de Fomento ao Teatro. A ação se passa numa madrugada em um alojamento do navio mercante Glencairn, que transporta armas clandestinamente durante a Primeira Guerra Mundial. Smitty, um marinheiro inglês, esconde cautelosamente uma caixa preta enquanto todos dormem, sem perceber que estava sendo observado por Davis e Scotty. Volta a se deitar. Davis entra no alojamento para trazer o café e acordar os marinheiros. Smitty finge estar dormindo, o que desperta a desconfiança de Davis. Informados de que entraram na zona de guerra enquanto dormiam, o medo da morte se torna presente. Smitty sai do alojamento e, em clima de suspense crescente, Davis convence a todos de que o perigo maior pode estar entre eles mesmos: Smitty não seria um espião? Mobilizados pelo medo e pelas evidências apresentadas, que se aliam a um comportamento reservado de Smitty, resolvem abrir a caixa. Smitty aparece neste momento, tenta dissuadi-los, mas é amarrado. Ao abri-la, deparam-se com cartas. Acreditando tratar-se de cartas em códigos tramando uma conspiração, resolvem lê-las com atenção. Descobrem que se trata de cartas de sua mulher rompendo a relação com ele. Diante da violação da intimidade que foi perpetrada, todos reconhecem a sua própria solidão afetiva.
Sobre o autor
Grande parte dos dramas escritos por O’Neill (1888-1953) na primeira fase de sua carreira aborda a condição de homens que ele conhecia bem, especialmente aqueles ligados ao mar.
O desenvolvimento dramático de suas primeiras peças baseia-se no naturalismo cênico. A grande novidade desta obra não estava na forma, mas nos temas escolhidos e na sua abordagem, na rudeza de seus personagens, na devassa que ele fazia de seus pensamentos e sentimentos mais íntimos…
PROJETO HOMENS AO MAR
O Projeto contempla a tradução e montagem de quatro textos escritos entre 1914 e 1917 por Eugene O’neill: Rumo a Cardiff, Zona de Guerra, Longa Viagem de Volta pra Casa e Luar Sobre o Caribe.
A partir deles, definiu-se alguns objetivos de pesquisa:
- as possibilidades cênicas da atuação em coro;
- a exploração de espaços não convencionais como forma de comunicação com o público;
- estudo das vanguardas estéticas do início do século, contemporâneas do autor:
- investigação da dramaturgia de um grande autor no início de sua carreira, com o intuito de compreender o desenvolvimento de sua escrita;
- constituição de um núcleo de pesquisadores e viabilização de um treinamento técnico da equipe por profissionais das áreas de voz, corpo, canto, ritmo, dança, clown, lutas e outras técnicas que se fizerem necessárias ao longo do projeto.
Como direção de trabalho, pautamo-nos num estudo do universo do autor e de questões concernentes aos textos escolhidos. O material levantado nessa etapa é traduzido cenicamente por meio de exercícios aplicados ao grupo. O volume de material obtido em cada uma dessas investigações gera uma bagagem vasta, rica de possibilidades para o jogo teatral.
Devido à síntese desses textos, em algumas ocasiões, eles podem servir como pretexto para a recriação do universo ali apontado.
Por meio da personagem do marinheiro comum, uma profissão que ecoa em nossa imaginação com as suas invocações de morte, desejo, esperança e solidão, procuramos criar uma "dramaturgia cênica" que consiga discutir essas questões humanas do dias atuais.
FICHA TÉCNICA
Inspirado nas peças do mar de Eugene O’Neill
Tradução : Fernando Paz
Direção e adaptação : André Garolli
Direção Interpretativa: Lucia Gayotto
Preparação dos atores:
- Percepção: Eduardo Agni
- Corpo: Tiago Antunes
- Voz: Lucia Gayotto
- Clown: Bete Dorgam
- Movimento: Ricardo Rizzo
Trilha Sonora: Eduardo Agni
Iluminação : Nelson Ferreira
Cenário: André Garolli e Wagner Menegare
Figurino: Wagner Menegare
Produção: Célia Ramos
Elenco :
João Bourbonnais, Roberto Leite, Guilherme Lopes, Kalil Jabbour, Bruno Feldman, Denis Goyos, Wagner Menegare, Uryas de Garcia, Alexsandro Santos.
Agradecimentos: Reinaldo Taunay, Eduardo Sallouti, Adonay Donley, Rodrigo Palmieri, Karina Saccomano, Kátia, Pedro Canovas, Igor Constantinov, Reginaldo Costa, João Carlos Luz, Gildo Fontolan, Rodrigo Vidovix, Pascoal da Conceição, Luciana Viacava, Edson Coelho, Rodolfo Padula, Fernanda Viacava, Marco Antônio Pâmio,Grupo TAPA,Fabiana Cerroni,Fernanda Maia, funcionários da Casa das Caldeiras.
criado por rosni.rosni
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