REVISTA DE TEATRO

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30/10/06

A CENTOPÉIA E O CAVALEIRO

Grupo de Teatro Ventoforte

NESTE FINAL DE SEMANA

CRIANÇAS ATÉ 10 ANOS, ACOMPANHADAS POR ADULTOS, NÃO PAGAM PARA ASSISTIR "A CENTOPÉIA E O CAVALEIRO", DE ILO KRUGLI.

O ESPETÁCULO INFANTO-JUVENIL É APRESENTADO NO TEATRO VENTOFORTE E HOMENAGEIA HERBERT DE SOUZA, O BETINHO.

O espetáculo ficará em cartaz até 10 de dezembro.

"A Centopéia e o Cavaleiro" é um espetáculo que envolve o público com brincadeiras fora do teatro instalado em área arborizada, lugar definido por Krugli como "um grande quintal criativo", e apresenta a trilha sonora ao vivo, com músicos que criaram canções especialmente para a peça e também atuam.

Com texto e direção do argentino Ilo Krugli, a nova peça do Grupo Ventoforte faz emocionante homenagem ao sociólogo Herbert de Souza e o santo mais popular do Brasil, São Jorge. Outras citações e convocações poéticas são feitas a Oscar Wilde, Mário Quintana, Vila Lobos, Vivaldi, Chico Buarque e João Bosco.

O cenário foi montado com pinturas feitas por crianças da rede pública escolar do bairro do itaim, zona Oeste de São Paulo, jovens envolvidos no Projeto Oficina de Bonecos promovido pelo Grupo Ventoforte e pelo elenco. Além disso, as cenas apresentam todos os elementos da natureza.

Encenado em 2004 no Rio de Janeiro e agora apresentado em São Paulo, o texto ganhou o Prêmio Flavio Rangel de Teatro 2005, da Secretaria de Estado da Cultura. O Grupo Ventoforte foi o representante brasileiro na 5ª edição do Festival Mundial de Teatro e Música da Holanda este ano, com o espetáculo Bodas de Sangue, de Garcia Lorca. Que recebeu dois prêmios Shell, melhor música e cenário, e indicação para melhor direção, Ilo Krugli.

SINOPSE

O espetáculo trata de temas como amizade, generosidade e solidariedade. Atores retirantes, como caboclos que seguem sua trajetória de vida, contam a história de uma centopéia que, dando ouvidos a vários bichos, é convencida de que não precisa de cem patinhas para andar pelo mundo. Permite que amarrem suas patinhas até que fica, por sugestão de uma cobra, sem nenhuma pata para andar, se transformando numa Zeropéia. Depois, desiste dos conselhos dos bichos e escutando a si mesmo, percebe que é sim uma centopéia, se aventurando em conhecer uma grande cidade, onde encontra outros bichos e se defronta com outros problemas. Encontra a estátua de um cavaleiro, o Filho do Pai da Pátria (São Jorge) e o ajuda a dividir suas riquezas entre os mais necessitados da cidade. A peça homenageia o sociólogo Betinho (Herbert de Souza) e sua 1ª parte é baseada em um de seus contos. A 2ª parte do espetáculo se baseia em texto de Oscar Wilde, o Príncipe Feliz.

Temos fotos em alta resolução para ilustração do texto, que poderão ser enviadas por e-mail.

SERVIÇO
"A Centopéia e o Cavaleiro"

Apresentações: sábados e domingos às 17 horas

Duração: 1h20

Local: Teatro Ventoforte - Rua Brigadeiro Haroldo Veloso, 150, Itaim Bibi, São Paulo (SP)

Em cartaz: até 10 de dezembro
Bilheteria: adulto R$ 15 / crianças até 10 anos, acompanhadas por adultos, em temporada promocional até 5 de novembro, não pagam entrada.

Contatos: 3079-9529 teatroventoforte@uol.com.br www.teatroventoforte.com.br

Ficha Técnica - Centopéia

Texto e direção: Ilo Krugli; Música: Ronaldo Mota, Beto Coimbra, Cristiano Mota

Elenco

Lizette Negreiros ……………………………………………………………………..Centopéia

Rodrigo Mercadante…………………………………………………………… Ele (Betinho)

Karen Menatti …………………………………………………………………. Andorinha azul

Cláudio Cabrera……………………………………… Bagre Magro/ Vereador/ Tecelão

Rita Rozeno.. andorinhas roxa e amarela/ lavadeira/ tecelã/ cobra e secretária

Músicos

Willian Guedes………………………………………………………………….violão e cordas

Aloísio César………………………………………………………………………………sanfona

Márcia Fernandes……………………………………………….flautas e andorinha verde

Júh Vieira……………………………………………………percussão /macaco /deputado

Todos: Brincantes e migrantes

Confecção de bonecos figuras e objetos : Cláudio Cabrera, Lennon Gonçalves e Ademir Castro; Confecção da colcha de retalhos: Benedita Fulô; Pesquisa de movimento e corpo: Marilda Alface; Assistência de figurinos: Ana Maria Carvalho.

Assistência de montagem cênica e cenográfica: Lennon Gonçalves; Iluminação: Roberto Mello e Marcello Airoldi; Concepção plástica e visual: Ilo Krugli; Operação de luz: Marcello Airoldi; Fotografia e programação visual: Fábio Viana; Secretaria: Aline Carcellé; Capa cartaz e programa: Ilo Krugli Produção e administração: Ventoforte; Carpintaria e eletricidade: Fernando Oliveira; Alimentação e café amigo: Penha Gonçalves e Maria de Lurdes; Vigia: Jacaré; Colaboradores de imagens cenográficas: Participantes da produção, crianças e jovens das Escolas Municipais do bairro do Itaim Bibi e São Paulo; Direção musical: William Guedes; Assistência de direção musical: Márcia Fernandes; Assistência de direção e supervisão de interpretação : Marcello Airoldi; Direção Geral: Ilo Krugli

Ventoforte

O Teatro Ventoforte surgiu em 1974, no Rio de Janeiro (RJ), com o espetáculo "História de Lenços e Ventos", de Ilo Krugli, considerado pela crítica um marco do teatro para crianças no Brasil. Foram apresentados mais de 30 espetáculos com cerca de 50 prêmios, dentre eles os mais importantes do teatro brasileiro como Mambembe, APCA, Governador do Estado, Molière, Coca-Cola, e recentemente 2 prêmios Shell pelo espetáculo Bodas de Sangue, que participou da 5ª edição do Festival Mundial de Teatro e Música da Holanda.

O Ventoforte desenvolve atividades artísticas, educativas e sociais desde a sua criação, com destaque pela criação de espetáculos para crianças e jovens, caracterizados pela inovação e pela qualidade estética. Repertório de espetáculos adultos que caminharam por textos da dramaturgia universal e de criações do próprio grupo, por suas oficinas de construção artesanal de cenários, objetos cênicos, bonecos, pela formação de atores e músicos, por seus trabalhos em arte-educação e desenvolvimento de projetos com comunidades carentes.

Marca presente no trabalho do grupo é a valorização da cultura popular, e a leitura de conteúdos expressivos das mais diversas realidades sociais e humanas do homem, objetivando sempre uma democratização dos temas e da forma de apresentar os espetáculos.

Com montagens e oficinas o grupo já excursionou por países como Estados Unidos, Itália, Bélgica, Suíça, Espanha, Alemanha, Portugal, Cuba, Chile, Argentina, entre outros.

Grupo Ventoforte - www.teatroventoforte.com.br
Assessoria de Imprensa:

Bernadete de Aquino (MTb 23.730) b.s.a. press@globo.com

(11) 8272-3396

Luiz Carlos O. Chaves (Assistente) luiz808@globo.com

(11) 9386-5678

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Sérgio Thales

 

  Sérgio  Thales

Sérgio Lista Júnior
Nome Artístico: Sérgio Thales
Nacionalidade: Brasileira
Naturalidade: São Paulo - SP
Data de Nascimento: 03 de Março de 1964
End. Resid.: Rua Gama Cerqueira, 599 – Cambuci - São Paulo – SP / cep: 01539-010
Função: Ator – Dramaturgo – Roteirista – Produtor – Jornalista (MTB 40694/SP)
Vice-presidente da APART- Associação Paulista de Autores Teatrais – Biênio - 2002 a 2004
DRT/Ator.: Nº 5114
Telefones: (11)3203-0094 / (11)9315-0700 / (11) 7124-9826
e-mail: sergiothales@asa21.com.br / artethales@ig.com.br

Televisão (como ator)
2006 - Comando Maluco (SBT) / Abr
- Falcon / Seriado de TV – Gênero: Ação (personagem: Roguinho, repórter, personagem fixo) / (em fase de negociação para exibição em TV)
2004 - Programa Note e Anote (Rede Record)
Apresentação: Claudete Troyano / Casos Reais – E se fosse você?
Episódio: A Viagem / Personagem: Ramiro (protagonista) / jun
Episódio: A Testemunha / Personagem: Carlos (empresário, protagonista) / ago

Publicidade
2006 - Fox / Volkswagen / Comercial / Campanha: Mais altos / personagem: executivo / fev
2005 - Carrefour / Comercial / personagem: gerente de setor / julh
- Novo Fox / Volkswagen / Comercial / personagem: executivo / exibição: Europa / out

Cinema (como ator)
2006 – Noites de náusea – curta-metragem / abr
2005 – A bela e a fera – curta-metragem / adaptado da obra de Clarice Lispector / out
– Iguais – curta-metragem / set
– Os 7 pecados capitais, a soberba – curta-metragem / set
– A solidão do minotauro – curta-metragem / set
– The last shot – média-metragem / ago
– Um rio sem margem – curta-metragem / ago
– Atrás de uma face – curta-metragem – jul

Peças de Teatro (como ator)
2005 - Auto da Barca do Inferno - de: Gil Vicente / direção: Creusa Borges
2004 - Teatro Empresa amexdam - Criação coletiva
2003 - Planet Theater Circus - Espetáculo Musical / direção: Ademir Menezes
1997 - Trupizupe – O raio da Silibrina - de: Bráulio Tavares / direção: Celso Oliver

1994 - A Terceira Margem do Rio - de: Guimarães Rosa / direção: Celso Oliver
- O Coelhinho Pitomba (Infantil) de: Miltom Luís / Direção: Nancy Barcellos
1993 - Velório à Brasileira - de: Azis Bajur / direção: Lourival Brasil
- O Segredo Cigano – de: Lica Neaime / direção: Ivan Salles

- Monólogo da Prostituta no Manicômio / Participação - de: Dario Fo e Franca Rame / direção: Ivan Salles
- Memórias póstumas de Brás Cubas – de: Machado de Assis / direção e adaptação: José Antônio de Souza
- Quincas Borba – de: Machado de Assis / direção-adaptação: José A. de Souza
1991 - Um sonho qualquer - Criação coletiva – Grupo Pano de fundo / Direção: Ivan Salles e Maria Chiesa
- O Final da hierarquia dos anjos - Textos: João Cabral de M. Neto; Machado de Assis, Manuel Bandeira, Maria de L. Ramalho e Pablo Neruda / direção: Ivan Salles
1990 - Romilda – Peça Aberta em 1 Ato - de: Dimas David / direção: Ivan Salles

Leituras Dramáticas (como ator)
2003 – Palhaços - de: Timochenco Wehbi / direção: Bicudo Jr.
- Seis Autores (e um diretor) em busca de personagem – de: Hersch Basbaum / direção: Bicudo Júnior

Direção / Cinema
2004 - Fotos do Além - direção de Elenco e Roteiro: Sérgio Thales

Assistência de Direção / Teatro
2005 - As filhas da terra – de Sérgio Thales
1993 - O Diário Libidinoso de Um Prisioneiro Vulgar - de: José de Ribamar

Cursos e Oficinas
2005 - Oficina de Interpretação para Cinema / por: Eduardo Aguilar / mar a jun
2004 - Oficina de Escrita - por: Regina Guimarães / mar e abril
- Oficina de roteiro p/ televisão e estilos / por: Márcio Araújo / abr a mai
- Direção de atores / por: José Renato / nov
- O Oscar e o Cinema Brasileiro / por Rubens Ewald Filho / 17-04
2003 - Oficina de Roteiro de Humor para TV - por: Cláudio Torres Gonzaga (roteirista da TV Globo) / jun
2001 - Workshop / Roteiro de TV - por : Fausto Galvão (roteirista da TV globo)
Período: 02 e 03-Jun
- Workshop / dramaturgia cooperativa - por: Luís Alberto de Abreu / 24-11
- Curso / Como se escreve uma telenovela - por: Renata Pallottini / dez
1995 - Projeto Dramaturgia – Roteiro para TV - por: José Antonio de Souza / fev
1994 - Oficina de Interpretação / Fepama
Coordenação: Tânia Bondezan / mar a abr
- Curso de Canto - Coordenação: Gustavo Kurlat / mar a abr
- Dramaturgia: Play Doctor of the Dramaturgia – por: Chico de Assis / Coordenação: Analy Alvarez / abr
- Dramaturgia: Pronto Socorro - por: Luiz Alberto de Abreu / set
1991 - Oficina de Interpretação / Fepama - Coordenação: Miriam Muniz / mai à jun
1990 - Curso Montagem Spaço Seu – Formação de Atores
- Teatro Livre / Coordenação: Ivan Salles e Maria Chiesa / Corpo e Voz: Cláudia Spinelli / Coreografia: Phrancisco Halves (PH) / jul-90 a dez/92

Cursos Ministrados
2005 - Projeto Residência / AS FILHAS DA TERRA
Dramaturgia / Casa de Cultura Amácio Mazzaropi / mar a jul

Dramaturgia / Autoria
2003 - Armar, Desamor, Desarmar, Amor / tragi-comédia
- Santa Inquisição / Drama
2002 - As Filhas da Terra / Tragicomédia
2001 - Grande Hotel Pi-Addas / Comédia
- O Brechó da Carlota / Drama-Lírico
- Investigação Macabra / Comédia
- O Resgate da Pedra Sagrada / Musical / Infanto–Juvenil
- Visões de um Tempo / Drama (Monólogo)
2000 - A Dona da Casa / Comédia
1995 - Par ou Impar / Comédia
1993 - Muito Prazer com você / Drama - (Monólogo – 1 Ator)

Roteiros Cinematográficos / Autoria
2004 - Fotos do Além / Argumento de J. Isaac Huna / Curta metragem – 25’ / Suspense
- Efeito Bumerangue / Argumento: Tony Ballad / Drama / Curta metragem –15’
2002 - Assassinatos de Massa em Miados de Abril / Curta metragem – 10’ / Criação de diálogos a convite de alunos do curso de cinema da FAAP

Teledramaturgia / Autoria
2003 - A Marca Invisível ( Minissérie de TV) / em parceria com Avelino Alves
2006 - A Pensão ( Seriado para TV) / Episódio: Quebrando Regras

Leituras Dramáticas / Teatro (como autor)
2006 - Grande Hotel Pi-Addas / em Portugal, cidade do Porto, no Museu Casa da Quinta de Santiago, em 31-03-06 / direção: William Gavião / elenco: Ângelo Pires, Manuel Joaquim, Patrícia Esteves, Luís Soares e Paula Teixeira.
2004 - A Dona da Casa / direção: Ricardo Karman / elenco: Vera Zimmermann; Iara Jamra; Flávia Garrafa e Rodrigo Bolzan.
2002 - As Filhas da Terra / direção: Creusa Borges / Elenco: Zezé Barbosa; Maria Chiesa; Paula Lopes; Clau Cicotosti; Cássia Morgan; Guta Ruiz; Gislene Coelho; Sérgio Portella; Marcos Bueno; Walney Costa; Emerson Caperbat e Tamayo de Faria
- A Dona da Casa / direção: Maria Pompeu / elenco: Carla Marins; Rogério Fabiano; Débora Olivieri e Guida Viana.
- Cena: A Mulher Propriedade - do texto: As Filhas da Terra
direção: Creusa Borges, em 06-05-02 / Evento: Encontros com Fernanda (Fernanda Montenegro) / Elenco: Lizette Negreiros, Lucia Capuanni e Sérgio Portella.
2001- A Dona da Casa / direção: Sérgio Mamberti / elenco: Rosi Campos, Duda Mamberti, Lizette Negreiros e Roberta Malta.

Sérgio Thales

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PEÇA TEATRAL “RIR AINDA É O MELHOR REMÉDIO”

Olha ai pessoal, meu amigo Fábio, ator e diretor teatral estará entrando em cartaz em novembro com o divertidíssimo espetáculo:

                     "RIR AINDA É O MELHOR REMÉDIO"

DIA 18 DE NOVEMBRO ÀS 20:00 HORAS
TEATRO ABILIO DE ALMEIDA, AO LADO DA IGREJA SÃO JOSÉ NO BAETA EM SÃO BERNARDO DO CAMPO- SÃO PAULO
INF.(0**11) 4125-0582 OU (0**11) 4121-9234

CONTO COM VOCÊS LÁ!!

 

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Chérri Filho - Escritor e Jornalista

    "Chérri Filho, divorciado com 2 filhos, jornalista e escritor trabalhou e morou na Itália cidade de Trento e Washington DC nos Estados Unidos, escreveu 5 livros entre eles romances documentários e sobre relacionamento.

Redator e roteirista atualmente exercendo essa profissão no programa "Ooderoso Magrão" pela tv gazeta SP, onde o apresentador é Roberto Manzoni - ex diretor do GUGU atuou por 15 anos …e mais 13 com Silvio Santos. Cuidou da programação nacional do S
Como roteirista e redator atuou no programa especial Faustão na N
Fez Teologia nos anos 95 á 99."

Seus livros se encontram nas livrarias - www.livrariacultura.com.br - www.siciliano.com.br - www.saraiva.com.br - entre outras.

Tópicos do livro:

"Um Novo Olhar No Jogo da Sedução" de Chérri Filho

"O romance faz com que a mulher se sinta totalmente feminina e notada."

Um Novo Olhar no Jogo da Sedução. Escrito por um jornalista, pessoa comum que vivenciou seus romances e, aprendeu que o conhecimento do sexo oposto é a base que, trará uma estrutura ao nosso coração e que poderá nos levar a felicidade no amor.

A mulher possui uma capacidade especial para apreciar as pequenas e grandes coisas da vida. Isso é maravilhoso para os homens.
A maioria dos homens luta para um sucesso cada vez maior, ele acredita que isso o fará mais digno de ser amado.
No intimo, ele deseja o amor e admiração dos outros. Não imagina que possa ser amado e obter admiração mesmo que não seja um grande sucesso.
A mulher pode curar seus vícios de sucesso apreciando as pequenas coisas que ele faz.

Apaixonar-se é como a primavera. Sentimos que seremos felizes para sempre. Não podemos imaginar não amar nosso parceiro. O amor parece eterno. Ë um tempo mágico quando tudo parece perfeito e funciona facilmente.

Homens e Mulheres entram num relacionamento por motivos diferentes. O Homem é mais suscetível e interessado num relacionamento quando ele tem algo para oferecer e compartilhar. Quando ele está bem consigo e com seu trabalho, você vai notar a diferença. Quanto mais competente o homem se sente na presença da mulher, mais ele se sentirá atraído por ela.

Um outro detalhe que seria bom você ficar atenta é que, se você chegar, pedir conselhos , deixá-lo partilhar isso com você permitindo que ele possa ajudá-la, com certeza se sentirá mais orgulhoso e passará a gostar mais de você. Na verdade, quanto mais a mulher estiver interessada no que o homem possa oferecer, no sentido emocional, mais ele se interessará por ela.

O maior problema entre o homem e a mulher, (continuando o assunto) é quando um espera que o outro pense e se comporte igual a ele. Normalmente a mulher acaba interpretando de modo errado o amor do homem, avalia seu comportamento conforme o padrão feminino e vice-versa. Sempre ou na maioria quase que absoluta das vezes, o amor é expresso de maneiras diferentes. O sexo para a mulher é monogâmico, enquanto que para o homem, essa forma de sexo é meio estranha, eles não entendem que, para a mulher é essencial essa forma de amar (sexualmente). Ela se sente amada e especial. Se ela perceber que não é assim, perde todo o interesse em continuar a ter relação sexual com ele. A confiança é a formula essencial para que ela sinta desejo e prazer.

O homem também tem necessidades básicas. É muito fácil para o homem se excitar no começo, mas é meio complicado manter esse nível de excitação pela companheira. O calor da mulher, sua entrega e seu entusiasmo pelo sexo com ele, são importantes para a continuidade do desejo do homem. Quero somente deixar registrada essa diferença que muitos ainda não pararam para raciocinar.

Quando a comunicação é aberta individualmente, as coisas começam a mudar para melhor. Por exemplo, se um homem entra no mundo de uma mulher e, de qualquer forma dá seu apoio a ela, ela fica muito feliz com a disposição dele em ajudar, porque no mundo emocional a mulher se sente sozinha. Olha que beleza, agindo assim ela se sente apoiada e ele vitorioso, ambos encorajados e sentindo estar no caminho certo.

Quando a mulher se sente sobrecarregada ou aborrecida, ela precisa de um bom tempo para se alinhar aos seus verdadeiros sentimentos. Mas, se ela tem a presença de um homem que com carinho e amor saiba escutar, partilhar, ouvir sem falar junto, com certeza ela sairá da angústia em que vive. Normalmente o homem antecipa dizendo saber o que ela precisa ou vai dizer logo, diz entender aquilo que ainda não ouviu. Ela estranha muito, isso funciona quando dois homens conversam, faz parte da obra masculina, mas, a mulher não. Muitas vezes nem ela sabe ao certo o que irá dizer, está com seus sentimentos confusos e angustiados. Precisa somente desabafar, falar e falar até encontrar seu equilíbrio novamente. E para ela, essa atitude do homem, é um verdadeiro absurdo.

Quando um relacionamento não anda bem, as pessoas querem mudar a si mesma ou mudar o outro, nada a ver. Deveriam sim criar mais amor na própria vida. É o segredo e, não tentar mudar a própria vida. Não nada de errado em querer mudar, a não ser quando isso impede em ser quem você é, entende? Mudança e crescimento fazem parte de uma vida saudável, mas temos que saber que estamos hoje prontos para sermos amados e aceitos.

"Tudo o que mais desejamos na vida sempre tem a tendência de ser também a nossa maior decepção. O amor é assim, todos nos o buscamos de forma espetacular, então acaba muitas vezes se tornando a nossa maior frustração. E porque nos frustramos constantemente? Porque todos nos temos a grande mania de pensar que somos grandes mestres na arte do amor. Em tudo na vida se aprende, ninguém sabe ao nascer ou crescendo, somente aprendendo é que nos tornamos mestres. Mas, no amor isso nos parece diferente. Basta sentir o tal sentimento do amor e pronto, saímos por ai esbanjando sabedoria e pensamos ser os donos dele".

"Não existem fórmulas mágicas, mas sim a disposição de duas pessoas sinceras, unidas numa proposta, num compromisso de assumir projetos de vida, com capacidade de perdoar, persistência, tolerância e humildade, além da coragem para tomar decisões".

Chérri Filho
Escritor e Jornalista

www.cherrifilho.com.br

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28/10/06

PEQUENOS CRIMES CONJUGAIS

PEQUENOS CRIMES CONJUGAIS
de ERIC-EMMANUEL SCHMITT

Maria Fernanda Cândido e Petrônio Gontijo interpretam o texto do
autor francês adaptado por Paulo Autran e dirigido por Márcio Aurélio

"Eu não sei se escrevi uma comédia ou uma tragédia. Afinal, a qual dos gêneros pertence a vida de um casal ?”

Eric-Emmanuel Schmitt

Pequenos Crimes Conjugais pode ser um thriller conjugal ou um suspense romântico, mas é mais preciso chamá-la de comédia dramática em torno do casal, Lisa e Gilberto, que tenta reconstruir sua vida comum após o misterioso acidente que causou amnésia no marido e que estabelece um clima de desconfiança e insegurança entre ambos.

Maria Fernanda Cândido e Petrônio Gontijo são os protagonistas de Pequenos Crimes Conjugais (Petits Crimes Conjugaux ou Partners in Crime, na versão em inglês), o espetáculo em que Márcio Aurélio dirige o texto de Eric-Emmanuel Schmitt, na impecável tradução de Paulo Autran, admirador confesso do autor francês, um dos mais lidos e encenados internacionalmente na última década. Em 2002, Autran interpretou outra peça de Schmitt, Variações Enigmáticas, com direção de José Possi Neto.

Completando a ficha técnica, o cenário leva a assinatura de Isay Weinfeld, a iluminação é do diretor Márcio Aurélio, os figurinos são de Armani e Empório Armani, as fotografias still de Vânia Toledo. A produção é de Lulu Librandi.

Localizado dentro do Novotel Jaraguá, a nova sala de espetáculos oferecerá ao público mais uma opção de espaço teatral em São Paulo, além de toda segurança e as facilidades – estacionamento, bares e restaurantes - próprias de sua situação privilegiada.

No moderno hotel que sucede a um dos mais tradicionais da cidade, o clássico Hotel Jaraguá, estão conservados os afrescos de Di Cavalcanti, no exterior, e Clóvis Graciano, no interior, além de uma exposição permanente de fotografias das personalidades nacionais e internacionais que lá se hospedaram através dos anos.

Pequenos Crimes Conjugais tem o patrocínio de Bradesco Prime, Companhia Transmissão de Energia Elétrica Paulista e Empresa Brasileira de Correios.

A História

  Casados há muitos anos Lisa e Gilberto vivem sua maior crise conjugal: após um misterioso acidente que lhe provocou amnésia, ele volta para casa e ao lado da mulher tenta recriar o que era a vida de ambos. O que se apresenta inicialmente é o questionamento de Gilberto – Quem sou eu ? Quem é Lisa ? De que forma vivíamos juntos ? Com o que a mulher lhe conta Gilberto tenta remontar seu quebra-cabeças.

Mas será que a história que Lisa lhe apresenta é a verdadeira ? E será que Gilberto esqueceu tudo ou apenas parte do que viveu ? E, afinal, como ele terá sofrido o acidente que quase o matou e que o deixou desmemoriado ?

As respostas surgirão da conversa entre ambos. Um diálogo agudo, inteligente, ao mesmo tempo carregado de carinho e interesse, espontaneidade e elaboração, revelando duas pessoas que são tanto cúmplices quanto adversárias, mas que acabam se descobrindo mais do que no passado.

PEQUENOS CRIMES CONJUGAIS

Serviço:

Local: Teatro Jaraguá (R. Martins Fontes, 71 - Centro – tel.: 11.3255.4380 – no interior do Novotel Jaraguá – www.novotel.com.br/jaragua)

Horários:

Sextas, às 21h30 – sábados, às 21h - domingos, às 19h
Temporada: até 17 de dezembro de 2006

Lotação: 280 lugares
Duração: 75 minutos

Preços: R$ 60,00 (inteira)
Classificação etária: 12 anos

Bilheteria: (11) 3255.4380. Aberta de terça a quinta das 14h às 19h, sexta e sábado das 14h às 21h30h e domingo das 14h às 19h, ou até o início do espetáculo. Pagamento dinheiro e cartão de débito e cartão de credito Visa e Mastercard.

Central de vendas por telefone: (11) 2163-2000 (aceita cartões Visa e Mastercard), de terça a domingo, das 11h às 19h. www.ingressorapido.com.br

Estacionamento: R$ 10,00, no local, com manobrista

Promoção: Rede Globo

Patrocínio: Bradesco Prime, Companhia Transmissão de Energia Elétrica Paulista e Empresa Brasileira de Correios.

Realização: Lulu Librandi Produções

Assessoria de imprensa: Manoel Carlos Jr. - manecojr@uol.com.br

Luciana Lamanna – lu.4@uol.com.br

Daniela Oliveira – dani.4@uol.com.br

Natália Mestre – natalia.4@uol.com,br

Tels: (11) 3667.9826 / 3663.1568 / 3661.2445 

 Vania Toledo

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ZONA DE GUERRA - SESC AVENIDA PAULISTA

A Cia. Triptal de Teatro
da Cooperativa Paulista de Teatro ,
Associação Cultural Casa das Caldeiras
Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz e
Prêmio Funarte Petrobrás de Fomento ao Teatro
Apresentam:

ZONA DE GUERRA

SERVIÇO

Estreiou dia 20 de outubro, sexta-feira, às 22 horas, no Espaço Décimo Primeiro Andar da UNIDADE PROVISÓRIA SESC AVENIDA PAULISTA. – Avenida Paulista, 119 – Estação Brigadeiro – Fone: (11) 3179-3700. Acesso para deficientes físicos. Bilheteria – De terça a sexta das 9 às 22 horas e sábados, domingos e feriados das 10 às 19 horas (ingressos à venda em todas as unidades do SESC). Capacidade do Espaço Décimo Primeiro Andar – 40 lugares. www.sescsp.org.br

Duração: 60 minutos.
Lotação: 40 lugares.
Censura: Espetáculo recomendável para maiores de 14 anos.

Temporada – Sextas-feiras e sábados às 22 horas e domingos às 18 horas.
Até 19 de novembro.

Ingressos – R$ 15,00; R$ 10,00 (usuário matriculado); R$ 7,50 (estudante com carteirinha, aposentado, trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).

SINOPSE

Um jovem se emprega num cargueiro inglês que contrabandeia munição durante a Primeira Guerra Mundial. A partir de uma desconfiança gerada por uma caixa preta em poder do rapaz, a tripulação suspeita ser ele um espião a serviço dos alemães. Espetáculo integrante do projeto “Homens ao Mar”, inspirado na dramaturgia de Eugene O’Neill (1888-1953). Este projeto teve o apoio do Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz e Prêmio Funarte Petrobrás de Fomento ao Teatro.

RELEASE

A ação se passa numa madrugada em um alojamento do navio mercante Glencairn, que transporta armas clandestinamente durante a Primeira Guerra Mundial.
Smitty, um marinheiro inglês, esconde cautelosamente uma caixa preta enquanto todos dormem, sem perceber que estava sendo observado por Davis e Scotty. Volta a se deitar.
Davis entra no alojamento para trazer o café e acordar os marinheiros. Smitty finge estar dormindo, o que desperta a desconfiança de Davis.
Informados de que entraram na zona de guerra enquanto dormiam, o medo da morte se torna presente.
Smitty sai do alojamento e, em clima de suspense crescente, Davis convence a todos de que o perigo maior pode estar entre eles mesmos: Smitty não seria um espião?
Mobilizados pelo medo e pelas evidências apresentadas, que se aliam a um comportamento reservado de Smitty, resolvem abrir a caixa. Smitty aparece neste momento, tenta dissuadi-los, mas é amarrado. Ao abri-la, deparam-se com cartas. Acreditando tratar-se de cartas em códigos tramando uma conspiração, resolvem lê-las com atenção. Descobrem que se trata de cartas de sua mulher rompendo a relação com ele.
Diante da violação da intimidade que foi perpetrada, todos reconhecem a sua própria solidão afetiva.

Ingressos – R$ 15,00; R$ 10,00 (usuário matriculado); R$ 7,50 (estudante com carteirinha, aposentado, trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes). Um jovem se emprega num cargueiro inglês que contrabandeia munição durante a Primeira Guerra Mundial. A partir de uma desconfiança gerada por uma caixa preta em poder do rapaz, a tripulação suspeita ser ele um espião a serviço dos alemães. Espetáculo integrante do projeto “Homens ao Mar”, inspirado na dramaturgia de Eugene O’Neill (1888-1953). Este projeto teve o apoio do Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz e Prêmio Funarte Petrobrás de Fomento ao Teatro. A ação se passa numa madrugada em um alojamento do navio mercante Glencairn, que transporta armas clandestinamente durante a Primeira Guerra Mundial. Smitty, um marinheiro inglês, esconde cautelosamente uma caixa preta enquanto todos dormem, sem perceber que estava sendo observado por Davis e Scotty. Volta a se deitar. Davis entra no alojamento para trazer o café e acordar os marinheiros. Smitty finge estar dormindo, o que desperta a desconfiança de Davis. Informados de que entraram na zona de guerra enquanto dormiam, o medo da morte se torna presente. Smitty sai do alojamento e, em clima de suspense crescente, Davis convence a todos de que o perigo maior pode estar entre eles mesmos: Smitty não seria um espião? Mobilizados pelo medo e pelas evidências apresentadas, que se aliam a um comportamento reservado de Smitty, resolvem abrir a caixa. Smitty aparece neste momento, tenta dissuadi-los, mas é amarrado. Ao abri-la, deparam-se com cartas. Acreditando tratar-se de cartas em códigos tramando uma conspiração, resolvem lê-las com atenção. Descobrem que se trata de cartas de sua mulher rompendo a relação com ele. Diante da violação da intimidade que foi perpetrada, todos reconhecem a sua própria solidão afetiva.

Sobre o autor
Grande parte dos dramas escritos por O’Neill (1888-1953) na primeira fase de sua carreira aborda a condição de homens que ele conhecia bem, especialmente aqueles ligados ao mar.
O desenvolvimento dramático de suas primeiras peças baseia-se no naturalismo cênico. A grande novidade desta obra não estava na forma, mas nos temas escolhidos e na sua abordagem, na rudeza de seus personagens, na devassa que ele fazia de seus pensamentos e sentimentos mais íntimos…
PROJETO HOMENS AO MAR

O Projeto contempla a tradução e montagem de quatro textos escritos entre 1914 e 1917 por Eugene O’neill: Rumo a Cardiff, Zona de Guerra, Longa Viagem de Volta pra Casa e Luar Sobre o Caribe.
A partir deles, definiu-se alguns objetivos de pesquisa:
- as possibilidades cênicas da atuação em coro;
- a exploração de espaços não convencionais como forma de comunicação com o público;
- estudo das vanguardas estéticas do início do século, contemporâneas do autor:
- investigação da dramaturgia de um grande autor no início de sua carreira, com o intuito de compreender o desenvolvimento de sua escrita;
- constituição de um núcleo de pesquisadores e viabilização de um treinamento técnico da equipe por profissionais das áreas de voz, corpo, canto, ritmo, dança, clown, lutas e outras técnicas que se fizerem necessárias ao longo do projeto.
Como direção de trabalho, pautamo-nos num estudo do universo do autor e de questões concernentes aos textos escolhidos. O material levantado nessa etapa é traduzido cenicamente por meio de exercícios aplicados ao grupo. O volume de material obtido em cada uma dessas investigações gera uma bagagem vasta, rica de possibilidades para o jogo teatral.
Devido à síntese desses textos, em algumas ocasiões, eles podem servir como pretexto para a recriação do universo ali apontado.
Por meio da personagem do marinheiro comum, uma profissão que ecoa em nossa imaginação com as suas invocações de morte, desejo, esperança e solidão, procuramos criar uma "dramaturgia cênica" que consiga discutir essas questões humanas do dias atuais.

FICHA TÉCNICA

Inspirado nas peças do mar de Eugene O’Neill
Tradução : Fernando Paz
Direção e adaptação : André Garolli
Direção Interpretativa: Lucia Gayotto
Preparação dos atores:
- Percepção: Eduardo Agni
- Corpo: Tiago Antunes
- Voz: Lucia Gayotto
- Clown: Bete Dorgam
- Movimento: Ricardo Rizzo
Trilha Sonora: Eduardo Agni
Iluminação : Nelson Ferreira
Cenário: André Garolli e Wagner Menegare
Figurino: Wagner Menegare
Produção: Célia Ramos
Elenco :
João Bourbonnais, Roberto Leite, Guilherme Lopes, Kalil Jabbour, Bruno Feldman, Denis Goyos, Wagner Menegare, Uryas de Garcia, Alexsandro Santos.

Agradecimentos: Reinaldo Taunay, Eduardo Sallouti, Adonay Donley, Rodrigo Palmieri, Karina Saccomano, Kátia, Pedro Canovas, Igor Constantinov, Reginaldo Costa, João Carlos Luz, Gildo Fontolan, Rodrigo Vidovix, Pascoal da Conceição, Luciana Viacava, Edson Coelho, Rodolfo Padula, Fernanda Viacava, Marco Antônio Pâmio,Grupo TAPA,Fabiana Cerroni,Fernanda Maia, funcionários da Casa das Caldeiras.

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O INVISÍVEL - NOVO TEXTO DE SAMIR YAZBEK

O INVISÍVEL

NOVO TEXTO DE SAMIR YAZBEK REESTRÉIA NO TUCA
COM HELIO CICERO E DANIEL WARREN - DIREÇÃO DE MAUCIR CAMPANHOLI

Após estrear no último Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto e passar pela temporada de cinco semanas no Sesc Santana, O Invisível reestréia no Teatro TUCA. A peça fica em cartaz até 05 de novembro, as sextas e sábados, às 21h e domingos às 19h.

O Invisível consolida uma nova companhia, formada pelo diretor Maucir Campanholi (dramaturgista de O Fingidor), os atores Helio Cicero (protagonista de O Fingidor) e Daniel Warren, além do dramaturgo Samir Yazbek, vencedor do Prêmio Shell de 1999 como melhor autor por O Fingidor, o aplaudido espetáculo baseado na vida e obra de Fernando Pessoa.

A peça dá continuidade à pesquisa do dramaturgo Samir Yazbek, radicalizando procedimentos que o autor vem adotando em suas últimas produções, mais precisamente A Terra Prometida e A Entrevista, em que propõe enredos feitos de acontecimentos sutis, onde o mais importante é o confronto com os personagens.

Segundo Yazbek, “tenho evitado o entretenimento fácil, e procurado, de forma sistemática, provocar a reflexão do espectador sobre aspectos relevantes da contemporaneidade, como a ética que permeia as relações, o poder em suas mais variadas instâncias e o resgate de uma humanidade perdida”. Especificamente sobre O Invisível, o autor declara: “trata-se de uma fábula contemporânea que contrapõe dois personagens com visões de mundo bastante distintas (um, mais individualista; outro, mais altruísta), suas contradições, e aborda a indiferença com que temos nos tratado hoje em dia”.

SINOPSE: Um homem (Helio Cicero), dizendo-se invisível, busca a ajuda de um jovem (Daniel Warren) que ele diz ser o único que pode enxergá-lo.

ENREDO: Num parque de uma metrópole, um homem entusiasma-se ao ser visto por um jovem, afirmando que estava invisível há muito tempo.

Reservado a princípio, aos poucos o homem revela a trágica história de seu desaparecimento aos olhos de todos e, mais doloroso, aos olhos de seu único filho.

Agarrando-se desesperadamente a essa oportunidade de contato, o homem pede ao jovem que procure seu filho.

O desenrolar da trama tece uma reflexão sobre a indiferença com que os homens têm se tratado e um alerta para o beco sem saída para o qual a sociedade contemporânea tem se dirigido, mergulhada num individualismo cada dia mais exacerbado.

CONCEPÇÃO: Segundo Maucir Campanholi, diretor da montagem, "Samir Yazbek propõe um teatro de idéias baseado em personagens que revelam uma dimensão arquetípica. O denso diálogo entre os dois únicos personagens de O Invisível é o centro da encenação.

Há algo na peça que evoca a contemporaneidade e há algo no diálogo desses dois seres que ecoa discussões ancestrais, entre as velhas e novas gerações que lutam pela ocupação do mundo, pela direção que se dá à vida humana, pelo significado que se dá às coisas, pelo olhar que se tem sobre a existência e sobretudo pelo olhar que se tem pelo outro.

Focando no debate proposto pela dramaturgia, a encenação desenha, junto com os atores, uma trajetória precisa, não para conduzir as impressões do espectador em relação ao que experimenta em confronto com o texto, mas sim para tornar mais claro o contato com o conflito proposto. A trajetória do texto e da encenação não se propõe - nem pode - encontrar soluções fáceis para os temas discutidos; no entanto, apesar de encarar sem romantismo e claramente repercutir o cinismo desiludido dos tempos que vivemos, sutilmente vai sugerindo possibilidades de esperança.

O figurino e a cenografia de Chris Aizner buscam reforçar a percepção de fábula ancestral, mas também ressaltam a dimensão contemporânea através de nuvens de metal cinza produzidas não pela natureza, mas pelo engenho humano, evocando o que de pior foi criado nos milênios que se seguiram. A sonoplastia sutil de Sérgio Rezende busca conduzir o menos possível o espectador a uma emoção fácil, visto que o objetivo é permitir leituras distintas de uma mesma cena. Quanto à iluminação, Celso Marques procura sugerir e incentivar a principio as possibilidades lúdicas da fábula e depois paulatinamente caminha para a sobriedade da seca trajetória que o enredo vai tomando".

FICHA TÉCNICA:

Texto: Samir Yazbek / Elenco: Helio Cícero e Daniel Warren / Direção: Maucir Campanholi / Cenografia e Figurino: Chris Aizner / Concepção e Operação de Luz: Celso Marques / Trilha Sonora: Sérgio Rezende / Programação Visual: Diego Spino / Assistente de Direção: Tania Kesselman / Operação de Som: João Blumenschein / Fotos: Lenise Pinheiro / Administração: Mecenato Moderno / Produção Executiva: Geondes Antonio / Apoio Cultural: Aço Metal, Imafran Playground, Indac, Staroup Jeans, Teatro do Centro da Terra, Teatro Santa Cruz, Teatro Tuca, Texto Intermídia.
Realização:

                      O INVISÍVEL – SERVIÇO:

Local: Teatro do TUCA (Rua Monte Alegre, 1024 - Telefone: 36708458)
Estréia: 14 de outubro de 2006, sábado, 21h.

Temporada: 14 de outubro a 05 de novembro, Sexta e sábado 21h e domingo às 19h.

Lotação: 670 lugares
Duração: 60 minutos
Classificação Etária: 12 anos

Preços: R$20,00; sexta R$30,00 (sábado e domingo)

Bilheteria: 3670.8455 – Televendas: 3188.4156

Formas de pagamento: Aceita dinheiro e cheque.

Estacionamento: Riti (Hotel Transamérica) – R. Monte Alegre, 835

Possui acesso para deficientes físicos.

Teatro: Ar condicionado e serviço de café.

Assessoria de imprensa: Manoel Carlos Jr. - manecojr@uol.com.br

Luciana Lamanna – lu.4@uol.com.br

Daniela Oliveira – dani.4@uol.com.br

Natália Mestre – natalia.4@uol.com.br

Tels: (11) 3667.9826 / 3663.1568 / 3661.2445

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26/10/06

FAMÍLIA MUDA-SE

FAMÍLIA MUDA-SE

FAMÍLIA MUDA-SE é uma comédia romântica. Uma história de amor entre uma família que passa por um momento especialmente difícil; que resiste a reencontrar-se, mas que acaba vencendo todos seus problemas para permanecer unida. Na verdade, Família Muda-se é a história apaixonada e divertida de um reajuste familiar.

Jacques (Odilon Wagner), 50 anos, arquiteto, músico frustrado, retorna para a família que abandonou há dois anos, quando vivia uma crise pessoal. Ele reencontra tudo mudado: muitas coisas aconteceram durante sua ausência. A mulher, Fernanda (Tânia Bondezan), uma concertista que por sua causa largou promissora carreira, namora Edu (Taiguara Nazareth), jovem que conheceu em uma academia de dança de salão; a filha Ana (Paula Weinfeld), uma criança doce quando ele partiu, é adolescente rebelde, tatuada e namorada de Biu (Hermano Moreira), filho do zelador do condomínio da frente. Outros habitantes da casa; Cecília (Etty Fraser), a adorável e desmemoriada tia judia de Jacques; Diva (Olívia Araújo), a empregada de família que fala “idish” e é rainha da gafieira; o antiquário Marco Antônio (Mário Schoemberger), o grande amigo da família.

A peça se passa em um fim de semana, onde a família resolve fazer um “FAMÍLIA MUDA-SE E VENDE TUDO”, aquele esquema em que a casa é aberta e tudo é colocado à venda; móveis, objetos, discos , eletrodomésticos e até pertences pessoais. Na história, a família não está se mudando, nem está vendendo somente as suas coisas, mas peças trazidas pelo antiquário Marco Antônio.

De fato, como na história, todos os objetos e móveis do cenário de Família Muda-se estarão à venda. O público será convidado a entrar na casa/cenário, apreciar de perto tudo o que está exposto e adquirir “os pertences da família e do amigo antiquário”.

A peça é embalada por música da melhor qualidade na melhor tradição dos conjuntos e orquestras populares brasileiras. Aproveitando esse clima, o craque Jaime Arôxa, uma referência em dança de salão, criou as coreografias do espetáculo.

A FAMÍLIA

Odilon Wagner - Ator, diretor e autor de teatro, cinema e televisão, Odilon tem seu nome ligado à produção cênica desde a década de 70, tendo participado de grandes montagens, como: Filhos do Silêncio, Traições, Um Dia Muito Especial, Lilith a Lua Negra, Lição de Anatomia, Navalha na Carne, e outros. Na televisão, esteve em Selva de Pedra, Por Amor, Terra Nostra, Aquarela do Brasil, Chiquinha Gonzaga, Anos Rebeldes, Um Anjo Caiu do Céu, etc.

Tânia Bondezan - Tânia já trabalhou com muitos dos grandes diretores brasileiros, em espetáculos como Fedra, No Natal a Gente Vem Te Buscar, Madame Vidal, Tratar Com Murdock, Gent, Artaud, entre outros. Na televisão, participou de Terra Nostra, Chiquinha Gonzaga, A Pequena Travessa, Malhação, Chocolate com Pimenta e outros.

Etty Fraser - Uma das mais importantes atrizes do nosso pais, participou de grandes montagens do teatro brasileiro, como Pequenos Burgueses, O Rei da Vela, Toda Donzela Tem um Pai que é uma Fera, Galileu Galilei, Capital Federal, Porca Miséria, A Importância de ser Fiel e dezenas de outros. Na TV participou de novelas antológicas como Beto Rockfeller e Nino o Italianinho. No cinema seus últimos trabalhos foram em Durval Discos e Cristina que Casar.

Mario Schoemberger - O paranaense Mario é um ator requisitado por teatro, cinema e televisão. No teatro fez, entre outros. Três Versões da Vida, Jantar entre amigos e Arte; na TV, esteve no elenco de O Beijo do Vampiro, Da Cor do Pecado, Desejo de Mulher, Os Normais, A Grande Família, Carga Pesada e muitos outros. No cinema, atuou em Os Normais, Crime Delicado, Trair e coçar e só começar.

Maria Olívia Araújo - Olívia já participou de grandes espetáculos de teatro, como; Brasil outros 500, de Millor Fernandes, direção de Roberto Lage; Os Lusíadas, de Camões, direção de Lacov Hillel; A Luta Secreta de Maria de Encarnação, de Gianfrancisco Guarnieri; 22 antes e depois, pocket opera em homenagem aos 80 anos da Semana de Arte Moderna, concebida e dirigida por Arrigo Barnabé, Tim Rescala e Guto Lacaz. No cinema, fez sucesso em Domesticas, de Fernando Meirelles e Nando Olival; Cidade de Deus, de Fernando Meirelles e Kátia Lund, e Solo Dios Sabe, de Carlos Bolado.

Paula Weinfeld – A jovem atriz, formada no Teatro-Escola Célia Helena é filha do arquiteto, cineasta e cenógrafo Isay Weinfeld. Participou de vários espetáculos: Capitães da Areia, O Diário de Anne Frank, Terror e miséria do terceiro Reich, Meninos de Nelson, e outros. No cinema fez Fogo e Paixão e Carandiru.

Taiguara Nazareth – Já participou de musicais na Broadway, varias peças de teatro em São Paulo e de alguns excelentes trabalhos na TV, como Presença de Anita, de Manoel Carlos; Turma do Gueto e Sítio do Picapau Amarelo.

Hermano Moreira - Um dos mais promissores atores da nova geração, é formado pelo Teatro-Escola Célia Helena onde foi dirigido por Renato Borghi, Ruy Cortez, Valentin Vassybevich, Walter Lima Jr e outros. No cinema, além de dirigir o curta Ciclo Vicioso, atuou em Noite Vermelha, de Alexandre Agostini, e em Cristina quer Casar, com direção de Luiz Villaça.

FAMÍLIA MUDA-SE – Ficha Técnica

Argumento: Tânia Bondezan e Odilon Wagner / Texto e direção: Odilon Wagner / Elenco: Odilon Wagner, Tânia Bondezan, Etty Fraser, Mario Schoemberger, Olívia Araújo Taiguara Nazareth, Paula Weinfeld, Hermano Moreira e Tereza Pitter / Músicas inéditas: Roberto Sion e Zé Rodrix / Trilha sonora: Banda Mantiqueira, Toninho Ferragutti, Bocato e outros / Cenografia: Fábio Brando (FCR) / Ambientação: L’Oeil / Coreografia: Jaime Arôxa / Figurinos Masculinos: Ricardo Almeida / Huis Clos veste Tânia Bondezan / Iluminação: Wagner Freire / Programação Visual: Kiko Farkas - Maquina Estúdio / Produção Executiva: Alexandre Dórea Ribeiro / Administração: Geraldo Malheiros / Assistente de Produção e contra-regra: Regina Célia Bondezan / Operador de Som: Francisco Ferreira / Contra Regra: Wallace Sitemberg / Camareira: Maria di Giorgio / Realização: DBA2 Produções Culturais e Mascates Produções Artísticas

FAMÍLIA MUDA-SE - SERVIÇO

Estreou: 23 de agosto de 2006, quarta-feira, às 21h30

Local: Teatro Fecomercio (Rua Dr. Plínio Barreto, 285 - Bela Vista – paralela à Avenida 9 de Julho, 300 metros à frente da Fundação Getúlio Vargas, sentido centro)
Gênero: Comédia
Temporada: Até 17 de dezembro

Duração: 90 minutos

Classificação etária: 12 anos

Horários: sextas, às 21h30; sábado, às 21h e domingos, às 18h

Preços: sexta e domingo : R$50,00 e sábado : R$60,00

Lotação: 522 lugares

Cult Ingressos: (11) 3188.4141 - Aceitam-se todos os cartões de crédito

Estacionamento c/ manobrista: R$ 12,00

Acesso para deficientes – Ar Condicionado

Assessoria de imprensa: Quatro Elementos Comunicação & Mkt. Cultural

Manoel Carlos Jr. - manecojr@uol.com.br

Luciana Lamanna – lu.4@uol.com.br

Daniela Oliveira – dani.4@uol.com.br

Natália Mestre - natalia.4@uol.com.br

Tels: (11) 3667.9826 / 3663.1568 / 3661.2445

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Raphael Martins

 Raphael Martins
Idade : 26 anos
Tamanho : 1,86m
Peso : 83kg
Manequim : 44/46
Sapato : 43/44
Olhos e cabelos castanhos escuros
Data nascimento : 25/ 04/ 1980
Endereço: Rua Almirante Márquez Leão, 638 Apto 14 Bl B

Bela Vista – São Paulo - SP CEP 01330-010

Telefone: (11) 7661-7660 / 3285-1914

Email : raphaelnatural@gmail.com

FORMAÇÃO ACADÊMICA:

Terceiro Semestre de Direito na Universidade Paulista - Objetivo (UNIP)

CURSOS:

Curso de Iniciação Teatral com Maria Clara Machado - Tablado - Rio de Janeiro - 1988

Oficina de Interpretação teatral - Auditório da administração do Guará - Brasília - DF – 1995; finalização da oficina com montagem teatral de “Engraxadinha, seus bobs e suas vítimas”, texto de minha autoria.

Oficina de interpretação Teatral - com Lívio di Araújo Teatro da Escola Parque 508 Sul- Brasília - DF- 1998

Workshop de interpretação para Cinema e TV - com Luciana Martuchelli e Reinaldo Boury Teatro dos Bancários 513/14 Sul - Brasília - DF - 2000

EXPERIÊNCIAS COMO ATOR:

Desenvolvo diversos trabalhos desde 1988, dentre eles se destacam:

Nico e Luna

Direção Plínio Mosca

Espaço Adolfo Celi – Casa D´Itália – Brasília – DF

novembro 2005

Cabaret Danúbio Azul

Direção: Marcos Pacheco

Teatro Oficina do Perdiz – Brasília - DF

setembro a outubro 2005

Balaco TV

Diversas vinhetas para a Balaco TV - transmitida pela internet (www.balacotv.com.br)

Apresentador programa B News (www.balacobaco.com.br)

Projeto Poemúsicas / Rayuela Livraria e Bistrô

Todas as quartas-feiras, desde setembro de 2004 a janeiro de 2006

Longa-metragem: Dois Filhos de Francisco

Direção: Breno Silveira

Produção: Columbia Pictures e Conspiração Filmes - 2004

Personagem: Rapaz do bar

Projeto Tertúlias a luz de velas / Teatro Oficina do Perdiz

Poemusicas

Direção: Marcos Pacheco - julho / 2004;

Todas as Mulheres do Mundo

Direção: Marcos Pacheco - abril / 2004;

Leituras Eróticas

Direção: Reinaldo Vieira - novembro / 2003;

Grupo Esquisitossomos

Direção dos espetáculos:

"Onde fui amarrar minha égua?"; "Aborrescência"; "Eca-logia"; "Mudança de hábito" e Cotidianu’ s Bar"

Baseados em contos de Luiz Fernando Veríssimo – Apresentados em escolas públicas de Brasília : CEAN, Gisno, Centro Educacional Paulo Freire e Escola Parque 303/304 Norte - Brasília - DF 1997/1998

Premiação: Arte na Classe

Fundação Educacional do Distrito Federal - FEDF Prêmio:

Grupo de teatro revelação 98 - Esquisitossomos

Espaço Cultural Renato Russo - Brasília - DF – Novembro de 1998

Teatro Tablado – RJ:

Pluft o fantasminha

Direção: Maria Clara Machado

Teatro Tablado - Rio de Janeiro - RJ – 1988

Obrigado,

Aguardo retorno

Raphael Martins
Tel.: 11-7661-7660 (Cel) / 11-32851914 (Tel/fax)
www.balacobaco.com.br/blag+/raphael
www.fotolog.net/h2pproducoes

AGÊNCIA - Fabrica de Atores
Av. Pompéia 349
Pompéia - cep - 05023-000
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terá para testes as pessoas dentro do perfil selecionado.

Trabalhos realizados para:
Brahma
Editora Símbolo (Capa da Revista Símbolo)
Matte Leão
Bauducco
Arcor
Piagentini
Forte Viron
Fraldas Turma Mônica
Yammaha
Café do Ponto
Café Serra Negra
Peixe
Beto Carrero
Energil C
Guaraná Xereta
Etti
Leco
Merchandising de ponto de Venda da Ford
Merchandising Malhas Rovitex,CBC, Carrefour, catálogos Hiroshima.
Domingo Legal-Quadro quer ser Ator
Simulações Rede Record, Novela Cidadão Brasileiro, Novela
Esmeralda.
Bradesco Seguros,
Pé na Jaca (TV GLOBO)

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“Ielena, a sábia dos sortilégios”,

INFANTIL

História russa adaptada por Tatiana Belinky

Fernanda Viacava e Helena Morais, da Cia. Dedo de Prosa, narram "Ielena, a sábia dos sortilégios"

No domingo, dia 5 de novembro, às 11 horas, Fernanda Viacava e Helena Morais, da Cia. Dedo de Prosa , estarão no o Centro da Cultura Judaica para a narração de "Ielena, a sábia dos sortilégios", conto da tradição russa adaptado por Tatiana Belinky. O espetáculo faz parte do Sipurim, atividade gratuita de contação de histórias para crianças.

"Ielena, a sábia dos sortilégios" conta a história de Ivan, um soldado real que comete um delito ao soltar o diabo que estava preso na torre há trinta anos. O fato que poderia levá-lo a ruína acaba se transformando em uma das melhores experiências de sua vida.

Atualmente em cartaz com o espetáculo "Os Cafundó", a Cia. Dedo de Prosa produz espetáculos teatrais e de contação de histórias. Em 2003, montou a peça "Malkhut" com direção geral de Denise Weinberg. O grupo já se apresentou em diversas unidades do Sesc e Ceu, durante as programações de Recreio nas Férias e em livrarias.

O Sipurim (’contos’, em hebraico) tem entrada franca e ocorre sempre aos domingos, a partir das 11 horas, no Centro da Cultura Judaica , rua Oscar Freire, 2500, ao lado da estação Sumaré do metrô, em São Paulo. Informações pelo telefone (11) 3065.4344 ou no site www.culturajudaica.org.br. Duração: 45 minutos. Idade: 3 a 9 anos. 60 adultos e 50 crianças.

A área de Artes Cênicas do Centro da Cultura Judaica tem Aimar Labaki como consultor de programação, Paulo Rogério Lopes como consultor literário e dramaturgo, Débora Dubois na direção geral do Cabaré Sipur, e Ana Luisa Lacombe na direção geral de contação de histórias do Cabaré Sipur, Café Literário e Sipurim .

SERVIÇO

SIPURIM "Ielena, a sábia dos sortilégios" conto russo adaptado por Tatiana Belinky,

com Fernanda Viacava e Helena Morais da Cia. Dedo de Prosa

Domingo, dia 5 de novembro, às 11 horas

Duração: 45 minutos. Idade mínima: 3 anos. Entrada Franca

Centro da Cultura Judaica - Auditório: 60 adultos e 50 crianças.

Rua Oscar Freire, 2500 telefone (11) 3065.4344 site www.culturajudaica.org.br

FOTO: Graziela Lima

Mais informações para a imprensa:

Alessandra Casolato - alecasolato@ch2a.com.br

Celina Cardoso - redacao@ch2a.com.br

CH2A Comunicação Tel. (11) 3253.7052/9239-0569

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